“Mais do que uma comunidade dedicada à manutenção da pastoral tradicional, que a equipa sacerdotal encontre o apoio de todos os leigos e comunidades religiosas, para um dinamismo novo de evangelização, tendo como preocupação as periferias que à margem da Igreja procuram respostas para as perguntas fundamentais da vida, entre as quais o próprio sentido da vida e da morte”, desejou o Prelado.
“Não esquecer as novas gerações, promovendo o acolhimento, dedicação e acompanhamento das crianças através da valorização de uma catequese adequada, compreensiva às novas linguagens que as crianças e os adolescentes experimentam na sua escolarização”, sublinhou.
O Arcebispo de Évora desafiou a Igreja a abrir “as suas portas e o seu coração em acolhimento e testemunho de vida na esperança e na alegria aos jovens elvenses, sem esquecer os novos desafios de uma pastoral dedicada ao ensino superior, nomeadamente no Instituto Politécnico presente na cidade elvense”.
Lembrou ainda “o desafio do testemunho solidário” face aos sós, aos pobres, às famílias que experimentam dificuldades de sobrevivência básica, aos sem abrigo, àqueles que depois de experiências prolongadas de toxicodependência ou em cumprimento de penas de redução da liberdade necessitam de integração sócio-profissional.
Finalmente, o Arcebispo de Évora desejou o “apoio de toda a a comunidades aos quatro sacerdotes”, sublinhando a importância de Elvas descobrir que a vinda do P. Tomé do P. Genitério são “um sinal do amor fiel de Deus ao seu povo, que lhes envia missionários, cumprindo a promessa do Bom Pastor que não abandona as ovelhas e não permite que nada lhes falte”.
