Cursilho de Cristandade n.º 176 de Homens: «TAMBÉM QUEREMOS SER TAPETE»

Em Portugal, o primeiro Cursilho de Cristandade realizou-se em Fátima, entre os dias 30 de Novembro e 3 de Dezembro do ano de 1960. E exatamente no fim de semana em que se assinalavam os 65 anos dessa efeméride, a história repetiu-se, já que, na Casa da Irmãs Concecionistas ao Serviço dos Pobres, em Elvas, se realizou mais um Cursilho de Cristandade da Arquidiocese de Évora – o Cursilho de Cristandade n.º 176 de Homens, que decorreu de 27 a 30 de Novembro.
O Reitor e Vice-Reitor do Cursilho foram, respetivamente, os nossos estimados amigos António José Peixoto e José António Serafim, e a Direção Espiritual do Cursilho foi assumida pelos, também muito estimados, Pe. Amândio Paínha e Diácono José Carlos Carvalho.
Doze, tantos quantos os discípulos chamados por Jesus, foram os «novos», bravos e valentes homens, que se predispuseram viver esta maravilhosa experiência de um Cursilho de Cristandade.
O Encerramento decorreu na Igreja dos Agostinhos, Panteão da memória dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa, no Domingo, dia 30 de Novembro, que acolheu, mais uma vez, um número muito generoso de Cursilhistas da nossa Arquidiocese – cerca de 200 pessoas – que, apesar do frio que se fazia sentir, não quiseram perder a oportunidade de participar nesta grande «festa».
Quem também já nos habituou à sua presença, foi o Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, que participou no encerramento e presidiu, depois, à Eucaristia do I Domingo do Advento. D. Francisco tem sido, para nós Cursilhistas de Évora, testemunho de um enorme e incondicional amor ao Movimento dos Cursilhos de Cristandade, já que, mesmo doente, não quis deixar de abraçar fraternalmente cada um dos presentes. Por isso, pelo testemunho do nosso arcebispo, o nosso reconhecimento e muito sincero agradecimento, porque nos dá força para levar por diante esta obra de Deus.
A mensagem de Advento que desejamos partilhar com cada um dos Cursilhistas da nossa Arquidiocese, e também com cada um de vós que lê este artigo, é que, se a nossa vida, a nossa saúde, os nossos dons intelectuais ou espirituais, devem ser colocados à disposição de Deus e, naturalmente, da Sua Igreja, ao serviço dos Irmãos, devemos ter sempre presente que a Igreja é como um tapete que Deus tece com fios de mil cores – muitos fios individuais, coloridos, que, depois de entretecidos conjuntamente, compõem um único e belíssimo tapete.
Este tapete, não é um tapete que se espezinha, mas antes um tapete que pisamos com suavidade, com ternura, com cuidado. Jesus, pelo amor que nos tem, fez-Se Ele próprio tapete e, porque o amor deve ser um sentimento de reciprocidade, não devemos ter medo de amar o próximo e fazermo-nos tapetes, uns para os outros. Os cristãos são chamados a testemunhar o amor de Cristo em todo o lado e em todo o tempo e, por isso, declaramos, sem medo: TAMBÉM QUEREMOS SER TAPETE.
Votos de um Santo Natal e de um Próspero Ano de 2026
O Secretariado Arquidiocesano do MCC de Évora
De Colores
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