Ao final da manhã desta sexta-feira, dia 11 de julho, no Seminário Maior de Évora, terminou o Retiro Anual do Clero da Arquidiocese, com a celebração de uma Eucaristia, presidida pelo Arcebispo de Évora.
Recorde-se que retiro começou a 7 de julho, tendo sido orientado pelo P. Rui Miguel, SJ.
Na introdução da Eucaristia, celebrada na Capela de Nossa Senhora da Purificação, o Prelado eborense começou por saudar os sacerdotes presentes, sublinhando que neste retiro “nós fizemos também a nossa viagem em Pascal. Estes encontros aconteceram em nós, na nossa vida, aconteceram no mundo que servimos, em que vivemos, aconteceram na Igreja e nas nossas igrejas”.
“Bendigo o Senhor pelo sim que cada um de vós ofereceu, sublinhou, colocou na sua agenda”, agradeceu.
Nas pessoas dos irmãos sacerdotes Adriano e Joaquim Lavajo, que se juntaram no último dia de retiro, a quem o Arcebispo de Évora agradeceu a presença apesar da avançada idade, o Prelado disse que “com muito encanto e apreço pelo vosso esforço, quero saudar todos os irmãos mais idosos, com mais dificuldade desta comunidade, deste colégio que nós somos”.
“Queria ter presente também o jubileu deste Ano Santo daqueles que foram ordenados, nomeadamente, o Padre Alberto Teroni e o Padre Sérgio, que foram ordenados no dia 1 de outubro do ano 2000, Ano Santo, no Santuário Nacional da Senhora da Conceição”, recordou o Arcebispo de Évora, acrescentando que “o Padre Alberto Teroni está em Itália e o Padre Sérgio, depois de concluir a sua licenciatura em direito canónico, faleceu. É, portanto, o jubileu que temos este ano ligado à fecundidade, à vida, à nascente sacerdotal da nossa Igreja diocesana”.
“Peço também ao Senhor pelos sacerdotes doentes e sublinhava entre todos os que estão acamados, o sr. Cón. Guimarães, o sr. Cón. António Gata Simões, que está num lar junto à sua terra, nas proximidades do Padre Abílio. E ainda o nosso irmão e bispo, o sr. Dom Manuel Madureira”, recordou.
“Sufragamos também com o sentido de Igreja que comunga com a eternidade a partida do Padre Moisés, do Padre António Santos e do Padre António Nabais”, lembrou.
“Gostaria de dar graças ao Senhor pelo Padre Rui Fernandes (que orientou o retiro), que desde o primeiro momento que o contactei, a sua disponibilidade foi total, a sua entrega. Encontrámo-lo aqui próximo, simples, numa atitude muito humana e com uma grande capacidade e ao mesmo tempo carisma de Deus de traduzir a Palavra para o nosso quotidiano para a nossa existência do lado de cá, ou seja, nosso serviço na comunidade, na nossa terra, no meio dos homens, com uma linguagem atual e ao mesmo tempo questionante”, agradeceu.
“Bendito seja Deus. Ano 2025, Ano Santo, Retiro, Jornadas de espiritualidade, interioridade, dias de encontro… No silêncio do nosso coração, o nosso obrigado a Deus, pedindo-Lhe que seja uma fonte de água viva para o próximo Ano Pastoral, um fermento, uma levedura da nossa unidade, da nossa comunhão, do nosso encanto pelo nosso Ministério”, concluiu o Arcebispo de Évora.
