Neste dia 22 de maio, a Sé de Évora celebra a sua consagração, decorrida há 821 anos, dando assim início ao culto, ainda que não totalmente concluídas as obras.
Neste sentido, nesta quinta-feira, dia da sua consagração, pelas 15h, o Cabido Catedralício, sob a presidência do Arcebispo Metropolita de Évora, celebrou solenemente o Ofício da Hora de Vésperas.
Clero, Religiosos/as, e Fiéis participaram nesta celebração festiva da Igreja Mãe da Arquidiocese, em Ano Santo.
Na breve homilia, o Arcebispo de Évora destacou que este é um “dia repleto de significado e de louvor por esta igreja mãe da Arquidiocese”.
“Ao celebrarmos a consagração desta Catedral celebramos a aliança do Senhor com a sua esposa, a Igreja”, sublinhou.
“A acrópole de Évora continua a guardar as ruínas do velho templo romano. Já nos anos 300, encontramos uma comunidade cristã em Évora, ainda em tempo de perseguição”, recordou
“A sua consagração aconteceu em 1204, data que hoje nos congrega há 821 anos. Hoje como peregrinos de esperança celebramos este templo onde o coração de Deus nos acolhe”, afiançou o Prelado Eborense.
“Consagramos aqui na Igreja Mãe toda a Arquidiocese de Évora. Ei-nos na Casa de Deus”, concluiu.
A Sé de Évora, de estilo romano-gótico, é a maior de Portugal; iniciou a sua construção em 1186; foi consagrada e aberta ao culto em 1204, concluindo-se posteriormente as suas obras em 1250.
Em 1930, o Papa Pio XI proclamou-a Basílica Sé Metropolitana Nossa Senhora da Assunção de Évora.
A Sé é por excelência na Arquidiocese o lugar celebrativo do Ano Santo, “Peregrinos de Esperança”, com a possibilidade de ali recebermos as Graças da Indulgência Plenária.
