Etiqueta: Solenidades e Festas

27 Fev 2024

A Quaresma na Cidade de Évora 2024

Como é habitual o Tempo de Quaresma é vivido de forma intensa na cidade de Évora.

Com organização das Paróquias da Cidade de Évora, estão agendados as seguintes celebrações e eventos:

14 de Fevereiro | Igreja do Carmo
18h15 – Eucaristia com a imposição das Cinzas, presidida pelo Senhor Arcebispo D. Francisco

17 de Fevereiro | Igreja de São Francisco
11h00 e 15h00 – Peça de Teatro «Meu Cristo Partido»

27 de Fevereiro | Igreja do Espírito Santo
21h15 – Catequese Quaresmal «Eucaristia e Sinodalidade»
(P. Miguel Gonçalves Ferreira)

3 de Março | Igreja do Espírito Santo
15h00 – Eucaristia seguida de Procissão do Senhor Jesus dos Passos

5 de Março | Igreja do Espírito Santo
21h15 – Catequese Quaresmal «Eucaristia e Vocações»
(P. Alberto Martins)

12 de Março | Igreja do Espírito Santo
21h15 – Catequese Quaresmal «Eucaristia e Oração»
(P. António Sant’Ana)

22 de Março | Da Igreja do Espírito Santo à Igreja São Francisco
21h00 – Via Sacra pela Cidade

 

 

 

17 Fev 2024

Mensagem do Arcebispo de Évora para a Quaresma 2024 (com vídeo)

Ao Povo Santo de Deus, peregrino em terras do Alentejo e Ribatejo, da Arquidiocese de Évora; seus Presbíteros, Diáconos e Consagrados ao Serviço de Todos, a Paz esteja convosco!

1. A Quaresma que nos prepara para a Páscoa deste ano de 2024, desperta-nos para a necessidade de valorizarmos o nosso encontro pessoal e comunitário com a Misericórdia de Deus. Será a partir desta experiência que renovaremos e fortaleceremos a Paz e a Alegria dos nossos corações e consequentemente, o testemunho humanizado das Comunidades Cristãs em que caminhamos na Fé.

É este o propósito do nosso Ano Pastoral, “Revelar juntos um novo rosto de Comunidade”; para que o Espírito Santo nos molde e amadureça neste propósito de conversão pessoal e comunitário, rezamos e discernimos com a Palavra do Evangelho: «Por isso reconhecerão que sois meus discípulos: Se vos amardes uns aos outros como Eu vos amei» (Jo 13, 35). Como sabemos, a lei do amor fraterno não é uma novidade das catequeses de Jesus, porém Cristo dá-lhe um novo sentido e uma nova medida, assumindo-se Ele próprio como esse sentido novo e essa nova medida: “(…) como Eu vos amei”. O Seu Amor tem uma única medida, amar sem medida, por isso entrega a Sua vida pela redenção de todos; o Seu Amor tem um único sentido, revelar-nos a Misericórdia do Pai, pois o seu alimento é fazer a vontade do Seu Pai (Cf. Jo 4, 34).

O Mandamento Novo sugere a Nova Aliança. Lei e Aliança consideram-se duas noções paralelas, assim Jesus, ao dizer, “(…) Dou-vos”, actua não como simples intermediário de Deus, à maneira de Moisés e dos Profetas, mas com autoridade própria e em nome próprio, como Filho de Deus e Salvador. É o Verbo de Deus que nos revela a Nova e Eterna Aliança. Deste modo, a nossa pertença a Jesus e com Ele ao Pai exige-nos a conversão e vivência desta Palavra: “Por isso reconhecerão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros como Eu vos amei”.

2. Os Quarenta Dias a que chamamos Quaresma são um Tempo de Graça, “Kairós”, que se nós quisermos, nos proporcionarão momentos de reflexão e exame de consciência, para que experimentemos a beleza do abraço misericordioso de Deus e a riqueza que nos vem da experiência da vida fraterna, “Ó como é bom viverem os irmãos no Amor de Deus!” (Sal 133, 1).

O ruído em que vivemos com frequência pode-nos roubar a liberdade interior, sobrepondo-se ao nosso discernimento e tornando-nos insensíveis aos sinais dos tempos, «ao grito dos pobres e da terra». Deste modo, somos impedidos de escutar o nosso coração onde Deus fala e ecoam os gritos da solidão e da pobreza de muitos irmãos. Por isso, importa cultivar o jejum face a todos os excessos que nos solicitam exclusiva obsessão e provar o oásis do silêncio interior, onde se tornará possível compreender que a nossa sede corresponde à água-viva da Boa Nova do Senhor. Eis uma oportunidade de excelente terapia que, se quisermos, repito, poderemos usufruir nesta Quaresma.

Oração, jejum e partilha fraterna são os três pilares da Quaresma; desde a mais remota tradição proporcionada pelos Padres do deserto, pelos Monges, Doutores da Igreja e Mendicantes, estas três práticas quaresmais renovarão as nossas vidas e farão das nossas Comunidades eclesiais, “Mães de coração aberto para todos os sedentos de Esperança”. Neste contexto da espiritualidade e da sabedoria cristã, recordo as palavras do nosso amado Papa Francisco, proferidas aos estudantes universitários na JMJ em Lisboa e agora citadas na sua Mensagem Quaresmal: «Procurai e arriscai; sim, procurai e arriscai. Neste momento histórico, os desafios são enormes, os gemidos dolorosos: estamos a viver uma terceira guerra mundial feita aos pedaços. Mas abracemos o risco de pensar que não estamos numa agonia, mas num parto; não no fim, mas no início dum grande espetáculo. E é preciso coragem para pensar assim» (03/VIII/2023). É um mundo novo que nasce, experimentando nós simultaneamente os gritos doridos do mundo velho que morre.

3. No contexto doloroso de violência generalizada e de “guerra mundial feita aos pedaços”, como refere o Santo Padre, proponho que a Renúncia Quaresmal deste ano, se destine às Igrejas do Médio-Oriente, vítimas de guerra e que façamos chegar a essas Comunidades a nossa partilha através da Santa Sé, ao serviço da Caridade do Papa Francisco.

Agradeço todo o esforço, dedicação e generosidade da Igreja Diocesana, nomeadamente da sua Cáritas, da sua Cúria e Economato, que permitiram o envio de 20.000€, correspondente à Renúncia Quaresmal de 2023, para as vítimas dos terramotos ocorridos na Turquia e na Síria. Também este quantitativo foi enviado através do ministério da Caridade do Santo Padre, o Papa Francisco.

Como já é tradição, confio mais uma vez a campanha da Renúncia Quaresmal 2024 à Cáritas Diocesana, aos Reverendíssimos Párocos, aos Serviços Centrais da Arquidiocese e à generosidade de todos os Cristãos, entidades, empresas e pessoas de boa vontade.

Com todos permaneço em comunhão de oração, jejum e caridade. E a todos desejo fecunda Quaresma e Santa Páscoa!

 

+ Francisco José Senra Coelho
Arcebispo de Évora

 

02 Fev 2024

Nossa Senhora das Candeias: Mourão celebrou a padroeira (com fotos)

No dia 24 de Janeiro, celebrou-se a primeira noite da novena em Honra de Nossa Senhora das Candeias, Padroeira de Mourão.
Alguns elementos dos Bombeiros Voluntários de Mourão, acompanhados pela Banda Municipal Mouranense, levaram o Guião de Nossa Senhora até ao seu Santuário. Depois a Banda Municipal Mouranense tocou o Hino de Nossa Senhora e de seguida, um filho da terra, o Diácono António Martins iniciou a novena da Nossa Padroeira, abrilhantada pelo grupo coral.

Deste modo a novena em Honra a Nossa Senhora das Candeias decorreu, às 21h, até 1 de Fevereiro.

No dia 2 de Fevereiro, dia Solene da Festa em honra de Nossa Senhora das Candeias, a Eucaristia foi às 11h30, e a solene Procissão, às 17h, tendo sido presidida pelo Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho.

 

Como é tradição, as Festas em Honra de Nossa Senhora das Candeias em Mourão contam também com um programa de animação cultural que decorrerá até 4 de fevereiro (ver cartaz), composto por arruadas, espetáculos musicais, exposição e festival taurino.

 

24 Jan 2024

25 de janeiro, no Seminário Maior: Arcebispo de Évora presidiu a Missa no encerramento do Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos

Nesta quinta-feira, dia 25 de janeiro, pelas 19h00, na capela de Nossa Senhora da Purificação, no Seminário Maior de Évora, D. Francisco José Senra Coelho presidiu à Eucaristia da Festa da Conversão de São Paulo, na qual se assinalou o encerramento do Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos.

A Eucaristia, aberta a toda a comunidade, contou ainda com a participação dos seminaristas dos dois Seminários Arquidiocesanos: Nossa Senhora da Purificação (Maior de Évora) e Redemptoris Mater – Nossa Senhora de Fátima.

Amarás ao Senhor teu Deus… e ao teu próximo como a ti mesmo”, uma frase do Evangelho segundo São Lucas (10, 27), é o tema do Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos que, no hemisfério norte, decorre, anualmente, de 18 a 25 de janeiro.

24 Jan 2024

Benavila celebrou o Padroeiro no Domingo da Palavra

No passado Domingo, dia 21 de janeiro, pelas 12h, o Arcebispo de Évora celebrou, com a Comunidade Paroquial de Benavila, à qual se juntaram alguns idosos da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas – ERPI da Fundação Maria Madalena Godinho de Abreu, o santo Padroeiro da Comunidade, São Sebastião (Festa Litúrgica – 21 de janeiro).

O Prelado eborense valorizou assim o Domingo da Palavra, através da entronização solene da mesma, conduzida ao ambão por uma catequista e por vários acólitos.

À homilia, o Pastor arquidiocesano atualizou a Palavra salientando que o início da pregação de Jesus coincidiu com uma opção pelas periferias da Galileia, contrastando com a simbologia tradicional da cidade de Jerusalém, apresentada como o lugar central das profecias messiânicas. Jesus escolhe os mais simples, nas margens do lago de Tiberíades, como os pescadores André e Pedro, e João e Tiago, filhos de Zebedeu.

O Arcebispo recordou que a escolha dos mais simples e dos mais pobres é um dos sinais da autenticidade do Reino de Deus, por isso, Jesus pode proclamar: “o Reino de Deus já está no meio de vós”.

Em contexto de Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos, o Arcebispo de Évora recordou que o amor exige verdade e este será o caminho necessário para a reconstrução da unidade dos cristãos.
Após a Eucaristia, concelebrada com o Pároco, P. Gaétan Salvador Youlli T Dama, o Arcebispo de Évora almoçou com os idosos, funcionários e membros do Conselho de Administração da Fundação Maria Madalena Godinho de Abreu.
Entre as 14h30 e as 16h30, participou ainda numa reunião com o Conselho de Administração, onde foram compartilhados com o Prelado diversos aspectos da vida da Instituição.
24 Jan 2024

O mártir São Sebastião: Barbacena celebra o seu Padroeiro (com fotos)

No passado dia 21 de janeiro, a comunidade de Barbacena celebrou o seu Padroeiro, o mártir São Sebastião.

Numa tarde de domingo ensolarado, as ruas voltaram-se a encher de fiéis residentes e de outros que vieram de outras terras para participarem na Eucaristia celebrada pelo Pároco, Pe. António Carlos, e seu colaborador o Diácono Joaquim Panaças.

Seguindo-se uma numerosa e piedosa Procissão pelas ruas da freguesia, animada pela Banda de Alegrete (Portalegre), além da oração do terço.

No final, à entrada da Igreja o Pároco agradeceu a presença de todos, mostrando-se imensamente satisfeito pela grande participação de um tão grande número de fiéis.

Como já é uma antiga tradição, os “Bolinhos de São Sebastião” não puderam faltar…

O pároco agradeceu durante a celebração, chamando ao altar todas aquelas que durante vários dias se disponibilizaram na produção de uma grande quantidade dos ditos bolinhos, rezando juntos com a comunidade o Pai Nosso, pedindo ao Senhor que nunca nos falte o verdadeiro Pão do Céu.

16 Jan 2024

14 de janeiro/Linhas de Elvas: Arcebispo de Évora reza pela paz (com homilia e fotos)

No domingo dia 14 de janeiro, pelas 18h, o Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho presidiu à Eucaristia dominical, na igreja de Nossa Senhora da Assunção, antiga Sé de Elvas, na qual se celebrou o Te Deum de Ação de Graças, por ocasião da vitória das Linhas de Elvas.

A Eucaristia contou com a animação litúrgica do Coro Beato Aleixo Delgado.

À homilia (ler na íntegra aqui) o Prelado eborense começou por sublinhar algumas propostas que as leituras da Eucaristia do II Domingo do Tempo Comum nos colocam. “O Senhor chama, convida, propõe e interpela cada Homem. O tempo de Deus é incontornável ao sentido da vida e à possibilidade da fraternidade. Responder Sim é a nossa possibilidade de plenitude”, referiu.

“Como João e André haveremos de testemunhar a beleza do nosso encontro com Deus, fazendo com que a nossa vida seja um todo coerente e aponte para Deus, pois a salvação atinge o Homem todo”, sublinhou, acrescentando ainda uma terceira proposta: “A comunidade dos crentes em Jesus Cristo deve ser cada vez mais, acolhedora e familiar, assente na simplicidade, verdade e transparência, tal como as pedras que se refugiam e fazem casa a todos os que procuram abrigo”.

O Prelado eborense disse também que “no acolhimento que o coração paterno e materno é para nós, poderemos encontrar a inspiração para vivermos em Igreja e sociedade, construindo Pátrias e Mátrias sempre atentos ao acolhimento no respeito e tolerância, essenciais à justiça e alicerces da Paz”.

Recordando a efeméride dos 365º aniversário da Batalha das Linhas de Elvas, que se assinalava neste domingo, 14 de janeiro, o Arcebispo de Évora referiu que “o sofrimento assumido pelas heroicas vítimas da peste, que no cerco da gloriosa cidade de Elvas, desde outubro de 1858, chegou a provocar 300 vítimas diárias; que o sangue dos 200 militares mortos do lado Português e dos 2500 do lado Castelhano, sejam alicerces da Paz em cada geração, nomeadamente nestes dias conturbados que vivemos, como recorda o Papa Francisco”.

“A guerra é a mais terrível das doenças sociais e as pessoas mais frágeis pagam-lhe o preço mais alto, “tratando-se” cada guerra de um autêntico atropelo ao Património da Humanidade, que é o direito de todos os povos à Paz”, sublinhou.

“Rezamos perante o sangue vertido nesta dolorosa experiência da batalha pelas Linhas de Elvas, pela Paz imediata na Terra de Jesus, na Ucrânia, no Sudão, em Moçambique (Cabo Delgado) e no Equador, onde na cidade de Quito está previsto o Congresso Eucarístico Internacional nos próximos dias 8 a 15 de setembro de 2024”, disse.

“Só a Paz no respeito à nacionalidade e dignidade de cada pessoa humana. Jamais o apoio à guerra pelo negócio das armas e por outros interesses ocultos e repletos de cinismo”, concluiu D. Francisco Senra Coelho.

11 Jan 2024

Paróquia de Cabrela: Celebração da Epifania (com fotos)

No sábado, dia 6 de janeiro, pelas 16h30, o Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra, presidiu à Eucaristia vespertina da Solenidade da Epifania do Senhor, na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Cabrela.

No final da Eucaristia, como é tradição em tempo de Natal, a imagem do Menino Jesus foi saudada de forma individual pelos paroquianos de Cabrela.

Após a Eucaristia, o Prelado eborense visitou a Casa do Livro, em Cabrela, onde realizou uma reunião de trabalho.

No mesmo dia, no regresso para Évora, pelas 22h30, o Arcebispo de Évora visitou ainda o Presépio Vivo, que esteve naquele dia pela última vez patente na igreja de São Domingos, em Montemor-o-Novo, e que contou com a participação de mais de meia centena de crianças, adolescentes e jovens quer do Agrupamento de Escuteiros 894 de Montemor-o-Novo quer da Catequese Paroquial local.