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23 Jun 2024

Bodas de ouro sacerdotais do Cónego Manuel Maria Madureira celebradas em Évora (com fotos)

Neste domingo, dia 23 de junho, a Paróquia de Santo Antão está homenagear o Cónego Manuel Maria Madureira da Silva, por ocasião das suas Bodas de Ouro Sacerdotais.

Pelas 12h, é celebrada Eucaristia, presidida pelo Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, e concelebrada pelo Arcebispo de Évora emérito, D. José Alves e por vários sacerdotes. A Eucaristia foi animada liturgicamente pelo Coral Évora.

Na introdução da Eucaristia, o Arcebispo de Évora agradeceu o dom da vida, da vocação e do ministério do Cónego Manuel Maria. Destacou o seu percurso no seminário e a formação em Braga em filosofia, assim como o seu trabalho nos Seminários, na docência no Instituto Superior de Teologia de Évora, na imprensa, na edição de livros, na reflexão filosófica, na música, assim como nas Paróquias de Alcáçovas e nas últimas décadas na Paróquia de Santo Antão, em pleno coração histórico da cidade de Évora.

À homilia, o cónego Manuel Maria Madureira da Silva, ao seu estilo de fácil palavra, explicou as leituras escutadas, sobretudo o evangelho, destacando a palavra providência. “Quem acalma o mar e a tempestade, é o Filho de Deus”, sublinhou.

“Julgam que nestes 50 anos foi tudo coisa boa na minha vida? A frio pensei como Job, afinal de contas Deus manda-me estas provações porque quer que eu venha um dia a ser santo. Acham que algum dos santos teve a vida facilitada. Deus manda-nos tudo para sabermos como reagir e para um dia podermos ir para o Céu. A nossa tentação é dizer mal de Deus”, partilhou o Cónego Manuel Maria Madureira.

“É preciso reagir melhor à vida e às circunstâncias”, apelou o sacerdote, sublinhando que “a Providência de Deus quer que sejamos santos, e dá-nos os instrumentos para o sermos, como os sacramentos, o mandamento do amor. Que a nossa vontade interior seja o móbil para sermos santos”.

No final da Eucaristia, o Cónego Manuel Maria recebe a Bênção Apostólica enviada pelo Papa Francisco por ocasião do Jubileu Sacerdotal.

Às 14h, será o almoço (mediante marcação). E pelas 15h30, no Evorahotel, decorrerá a apresentação de um Livro Comemorativo.

23 Jun 2024

23 de junho: Bodas de ouro sacerdotais do Cónego Manuel Maria Madureira da Silva (com entrevista)

No domingo, dia 23 de junho, a Paróquia de Santo Antão vai homenagear o Cónego Manuel Maria Madureira da Silva, por ocasião das suas Bodas de Ouro Sacerdotais. Pelas 12h, será celebrada Eucaristia. Às 14h, será o almoço (mediante marcação). E pelas 15h30, no Evorahotel, decorrerá a apresentação de um Livro Comemorativo.
Por ocasião do jubileu sacerdotal, Ser Igreja Évora entrevistou o cón. Manuel Maria Madureira da Silva, que partilha o seu testemunho:
Pode contar-nos de forma breve a sua história vocacional?
A vocação sacerdotal – tal como a constituição da família e todas as outras – tem dois elementos fundamentais: a proposta e a resposta. Na minha vocação coube-me dar a resposta que não foi dada por palavras nem de uma só vez, mas pela assiduidade e continuidade ao longo dos anos. Da mesma maneira, a proposta nunca foi clara nem barulhenta nem contundente. Às vezes foi mesmo obscura e era escutada no silêncio e no exemplo de muitas pessoas que me rodeavam. Elas é que foram o instrumento que Deus utilizou na proposta do chamamento. Com elas foi-me fácil dar a resposta. Nisso teve enorme peso e influência a minha família.

Sou natural de uma aldeia que pertence, religiosamente, à diocese de Lamego. Quando, em criança, me perguntavam o que queria ser quando fosse grande, nunca me passou pela cabeça vir a ser padre. Várias tentativas me provocaram para tal. O meu pároco de então passou, um dia, pela Escola e fez referência a isso, mas não me convenceu, até porque só tinha nove anos. Ao fazer dez, houve um acontecimento ímpar na aldeia: a missa nova do meu primo P. Manuel Madureira Dias (futuro bispo do Algarve) que, pouco tempo mais tarde, foi estudar para Roma e a quem – por indicação paterna – escrevi uma carta a dizer-lhe que “nas férias de verão, podíamos falar do assunto da vocação”, numa vinda para a diocese de Évora e não de Lamego, como seria mais natural. A coisa começou a desenhar-se, até porque tinham ido para o Seminário de Resende (diocese de Lamego) três colegas de escola, um pouco mais velhos e que, pouco depois, abandonaram os estudos. De facto, no dia 18 de setembro de 1962, desci até Vila Viçosa onde dei continuidade ao ensino primário. Tudo era novidade, estranheza, lonjura e saudades. Sobretudo saudades. Tinha onze anos. Todo o tempo de Seminário Menor e Maior foi ininterrupto. Resolviam-se os problemas e a vida continuou. Tudo se foi conseguindo a ponto de, com os anos que se consubstanciavam em curso liceal, de filosofia e, finalmente, de teologia, lá fui singrando. E, quando me apercebi (!), já tinha chegado ao fim do curso. A vocação foi um “sim contínuo” com alguns sobressaltos acompanhados de muita lisura.

O tempo e os colegas foram o alfobre que me serviu de estrutura vocacional. Se, enquanto criança e adolescente, o tempo passou sem sobressaltos, a juventude e as influências que lhe são próprias tanto criaram momentos de desilusão como de entusiamo. Sim, que isto de vocação sacerdotal não é diferente de todas as outras vocações. Os altos e os baixos, os encantos e desencantos, os bons e os maus conselhos, os sonhos e as realidades, eu sei lá, foram situações sempre presentes. Uma coisa é certa: o que mais contou foi a ação divina e a presença em mim de uma vontade que me fazia lutar constantemente pela prossecução do objetivo vocacional: ser padre. Uma curiosidade: em 1962, entrámos 56 miúdos em Vila Viçosa; a partir do terceiro ano de teologia,  (em 1973) era eu único no curso, ainda que acompanhado de um colega dois anos mais velho que, tendo interrompido, regressou e passou a ser meu companheiro. Todos foram saindo nesse período de dez anos de vida nos Seminários. Razões variadas causaram o clima que levou ao abandono do Seminário. Foram tempos em que se viveram os conturbados anos do pós Concílio Vaticano II, as ideologias de uma juventude que encarou e viveu o maio de 68 e o espírito irrequieto que antecedeu o Abril de 74. Imaginemos como isso foi… Certo, certo, é que em 23 de junho de 1974, na Sé de Elvas (Paróquia de Assunção), houve festa rija de ordenação: eu e o Zé Branco como presbíteros e o Tavares (do Preciosíssimo Sangue, que acabara o seu curso em Espanha) como diácono. O P. Zé Branco morreu três anos depois num acidente rodoviário perto de Estremoz e o Tavares também morreu, por problemas de saúde, uns anos depois.

Quais as principais atividades que desenvolveu ao longo destes 50 anos?

O meu curriculum foi variado, mas todo na linha do serviço. Desde que sou padre, e ainda no ano de 1974 – poucos meses depois da ordenação – o meu primo, então pároco em Elvas na Paróquia de Santa Maria de Alcáçova, aceitou-me como “instruendo” na arte da paroquialidade. No ano seguinte foi-me entregue a Paróquia da Boa Fé – paróquia cuja igreja tinha sido concluída no ano anterior. Com a colaboração de um grupo atuante de bons católicos lá residentes, foi possível iniciar e dar corpo à missão pastoral que o Bairro da Boa Fé precisava. A Paróquia crescia a olhos vistos. Entretanto, iniciei-me como professor de português na escola Secundária, com aulas noturnas. E assim foi até  setembro de 1978, data em que fui fazer pós-graduação em Filosofia na Universidade Católica de Braga, sem deixar o essencial da Paróquia, onde estava presente nos momentos principais que as férias letivas permitiam. Durante o tempo que durou a pós-graduação, ainda estive ligado ao Colégio de Cinfães e à Paróquia de Travanca. Acabada a pós-graduação, vim para Évora, para o Seminário, onde fui Prefeito de Teologia e professor de Filosofia em 1983-1987. Também me desdobrei na música, como maestro do coro do Seminário e do Coral Évora. Em simultâneo, liguei-me ao Magistério (Educadores e Professores do 1.º ciclo) e à Escola André de Resende. Desde que o ISTE se instalou no edifício da Rua Vasco da Gama, tenho sido professor das cadeiras de Antropologia Filosófica, Axiologia e Ética, e Filosofia do Conhecimento (no curso de Teologia), colaborando também na Revista Eborensia.

À parte estes afazeres, fui pároco das Alcáçovas “um ano menos um dia” em 1988-89 e, desde então, pároco da Paróquia de Santo Antão em Évora e de N.ª S.ª da Graça do Divor e, desde 2001, Chanceler da Cúria Arquidiocesana de Évora. Também tenho estado ligado à Pastoral familiar em diversos grupos de casais. Fruto de muitas reflexões que o trabalho académico exige, publiquei várias obras de cariz ético-antropológico  a que chamei “Prioridades” (3 volumes), “Reflexos” (5 volumes) e “Questões Fraturantes”; e também de cariz catequético (“Catorze obras de misericórdia”, e “Compreender as Bem-aventuranças”). São pequenas reflexões do tamanho A4 e que, no seu conjunto, constituem 830 temas.

Ao cumprir 50 anos de ordenação, que balanço faz?

Fazer um balanço referente a um período de tempo tão longo e de atividade tão díspar é colocar-me no papel de juíz em causa própria. E eu não quero fazer esse julgamento. Preferia que fossem outros a fazê-lo, para que não seja eu a denegrir o bem que foi conseguido ou a exaltar o mal que foi realizado. Sim, que nestas coisas nunca há imparcialidade. Do que me tem chegado aos ouvidos a percentagem é mais favorável ao positivo do que ao negativo. Talvez que essa análise não seja descabida. Pela minha parte, acho que serei honesto aceitando essa visão, porque julgando não os efeitos mas o esforço em os atingir, reconheço que nunca me faltou força de vontade e sempre foi meu gosto colocar todo o empenho na sua prossecução. É, então, um balanço positivo.

Que votos faz para o futuro?

Qualquer pessoa que atinge a idade da reforma deve pensar em descansar. E eu não devo ser diferente. Mas o desejável, o que é comum, não é o possível quando se exerce o múnus de sacerdote. Enquanto for possível e os “trémulos joelhos” o permitirem… enquanto a saúde (apesar dos seus reveses) me for acompanhando e à minha volta não houver demasiados empecilhos, espero continuar a ser útil para quem me rodeia, na missão que me propus e nas atividades que me continuam a ser pedidas.
23 Jun 2024

29 de junho, às 11h, na Igreja de S. Francisco, em Évora: Ordenação Presbiteral do Diácono Tomás Dias

No próximo dia 29 de junho, Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, pelas 11h, na Igreja de São Francisco, em Évora, acontecerá a Ordenação Presbiteral do Diácono Tomás Dias, presidida pelo Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho.

A Missa Nova será celebrada na Igreja Matriz de Coruche, no dia 30 de junho, às 17h30.

Recorde-se que a Ordenação Diaconal de Tomás Dias, seminarista do Seminário de Nossa Senhora da Purificação – Maior de Évora, natural de Coruche, oriundo da parte ribatejana da Arquidiocese de Évora, decorreu no dia 8 de dezembro de 2023, pelas 17h00, na Catedral de Évora, na Eucaristia da Solenidade da Imaculada Conceição.

 

23 Jun 2024

19 a 26 de junho de 2024: Atividades Principais do Arcebispo de Évora

Dia 19

10h30 – Participa na reunião do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), em Fátima.

14h00 – Participa na reunião do Conselho Nacional do Santuário de Fátima.

19h00 – Reunião com a Superiora Geral da Comunidade Sementes do Verbo.

21h00 – Reunião por meios telemáticos com a Comissão Episcopal Laicado e Família.

 

Dia 20

10h00 – Em Vendas Novas participa na inauguração e faz a bênção do novo Centro de Acolhimento do Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) Portugal.

14h30 – Preside à reunião do Conselho de Administração da Fundação Arcângela Teixeira Marques Couceiro, em Galveias.

17h00 – Preside à reunião do Conselho de Administração da Fundação Maria Clementina Godinho de Campos, em Galveias, após a qual participará no Convívio dos Santos Populares com os utentes desta Fundação.

 

Dia 21

11h30 – Recebe a Provincial de Cabo Verde das Irmãs Filhas do Coração Imaculado de Maria.

18h00 – Preside à Eucaristia na Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora (Salesianos – Évora), integrada na Festa dos Finalistas do ISTE – Instituto Superior de Teologia de Évora.

 

Dia 22

18h00 – Preside à Eucaristia Vespertina do XII Domingo do Tempo Comum, na qual ministrará o Sacramento da Confirmação, na Paróquia de Santo António, em Vendas Novas.

 

Dia 23

12h00 – Na igreja de Santo Antão, em Évora, preside à Eucaristia dominical na celebração das Bodas de Ouro Sacerdotais do Cónego

Manuel Maria Madureira da Silva.

 18h00 – Preside à Eucaristia do XII Domingo do Tempo Comum, na qual ministrará o Sacramento da Confirmação, na Paróquia de São Lourenço, em Galveias.

 

Dia 24

10h00 – Preside ao Conselho de Presbíteros da Arquidiocese de Évora.

 

Dia 25

11h00 – Encontro com os Missionários que estiveram ao serviço na Visita Pastoral 2024 aos concelhos de Sousel e Borba, presidindo à Missa no Santuário de Nossa Senhora da Conceição, em Vila Viçosa, seguida de reunião de avaliação e de confraternização no Seminário de São José.

 

Dia 26

15h00 – Preside à Reunião dos Departamentos da Pastoral Arquidiocesana, na Cúria, em Évora.

18h00 – Preside, na igreja do Calvário, em Évora, à Missa festiva de S. Josemaria Escrivá de Balaguer, fundador do Opus Dei.

21 Jun 2024

Jubileus Episcopal e Sacerdotal

Em nome da Arquidiocese de Évora e em seu nome pessoal, o Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho felicita D. António José Cavaco Carrilho, Bispo emérito do Funchal, natural do Algarve e cuja Diocese assinala os seus 25 anos da ordenação episcopal, no dia 22 de junho, com uma Eucaristia, às 18h00, no Santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Loulé.

O Prelado eborense felicita também D. João Marcos, Administrador Apostólico da Diocese de Beja, que celebra as suas Bodas de Ouro Sacerdotais neste domingo, dia 23 de junho.

21 Jun 2024

6 de julho, às 17h, em Borba: Ordenação Diaconal de Carlos Corales

No dia 6 de julho, pelas 17h, em Borba, o Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, presidirá à Eucarista na qual se celebrará a Ordenação Diaconal de Carlos Corales, aluno do Seminário Redemptoris Mater de Nossa Senhora de Fátima (Évora).

21 Jun 2024

Paróquia da Senhora da Saúde: Sacramentos da Iniciação Cristã

No sábado, dia 15 de junho, pelas 18h00, o Arcebispo de Évora preside à Eucaristia Vespertina do XI Domingo do Tempo Comum, na qual ministrará os Sacramentos Iniciação Cristã – baptismo, Confirmação e Eucaristia – a jovens e adultos, na Paróquia da Senhora da Saúde, Igreja da Sagrada Família, em Évora.

Cinco adultos foram baptizados, crismados e receberam a Eucaristia pela primeira vez.

33 jovens e adultos foram crismados, uns pertencentes ao grupo do 10.° ano da catequese e outros membros da Catequese de Adultos da Paróquia.

20 Jun 2024

20 de junho: Centro de Acolhimento foi inaugurado em Vendas Novas (com fotos)

O Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) Portugal inaugurou o seu novo Centro de Acolhimento, criado em parceria com os Salesianos, em comemoração ao Dia Mundial do Refugiado, na manhã deste dia 20 de junho, na Rua São Domingos Sávio, nº 16, em Vendas Novas.

A cerimónia da Inauguração Oficial contou com o discurso de boas-vindas do Diretor-Geral do JRS Portugal, Dr. André Costa Jorge.

Depois  houve intervenções do Provincial da Congregação Salesiana, Padre Tarcízio Morais; do Provincial da Província Portuguesa da Companhia de Jesus, Padre Miguel Almeida; do Arcebispo de Évora, Dom Francisco José Senra Coelho; do Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, Dr. Valentino Cunha; do Secretário de Estado Adjunto da Presidência, Dr. Rui Armindo Costa Freitas.

Na sua intervenção o Arcebispo de Évora agradeceu ao JRS pelo seu serviço e missão, tendo disponibilizado toda a colaboração da Arquidiocese de Évora e das duas Paróquias de Vendas Novas (São Domingos de Savio e Santo António) em prol deste Centro de Acolhimento.

Foi ainda lida uma Mensagem do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, tendo a sessão terminado com a apresentação do testemunho pessoal de uma pessoa refugiada, Dr. Hamed Hamdard.

Após a sessão, aconteceu a Bênção do Centro de Acolhimento pelo Arcebispo de Évora e o descerramento da Placa Inauguratória do Secretário de Estado Adjunto da Presidência.

Seguiu-se uma Visita Guiada ao Centro de Acolhimento, seguida de almoço-convívio.

O Diretor-Geral do JRS Portugal, Dr. André Costa Jorge, destacou a importância desta inauguração:
“Sabemos o impacto e a importância do espaço físico no bem-estar das pessoas que os habitam, e queremos que o Centro de Vendas Novas seja um novo começo positivo e estabilizador. A criação deste Centro é fruto de um financiamento comunitário, mas sobretudo de uma visão estratégica da Igreja em parceria com o Estado Português, alinhada com a missão que Pedro Arrupe definiu para o JRS.”
“A criação deste centro não é um projeto individual, nem tampouco isolado, pretendendo ao invés integrar-se plenamente na comunidade local de Vendas Novas. A colaboração estreita com a Câmara Municipal e o envolvimento da comunidade são, por isso, fundamentais para garantir a integração do próprio Centro na comunidade”, referiu o Diretor -Geral do JRS Portugal.

O Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) é uma organização internacional católica, parte da Companhia de Jesus, dedicada a acompanhar, servir e defender pessoas imigrantes e refugiadas em situação de particular vulnerabilidade em 56 países. Em Portugal, desde 1992, o JRS oferece apoio social e jurídico, apoio à empregabilidade, ensino da língua, capacitação profissional, apoio médico, medicamentoso e de saúde mental, tradução, interpretação e mediação cultural e apoio na procura de habitação própria. Presta ainda apoio psicossocial a cidadãos estrangeiros detidos no centro de detenção Unidade Habitacional de Santo António, no Porto, em parceria com a PSP. É atualmente responsável pela gestão de três centros de acolhimento e coordena a Plataforma de Apoio aos Refugiados, realizando sensibilização junto da Sociedade Civil e Advocacy pelos direitos e dignidade das pessoas imigrantes e refugiadas.

 

 

18 Jun 2024

12 a 19 de junho de 2024: Atividades Principais do Arcebispo de Évora

Dia 12

– Participa no passeio anual do Clero da Zona Pastoral Oeste (Vigararias de Montemor-o-Novo e Coruche), à cidade de Salamanca (Espanha).

 

Dia 13

10h30 – Celebração do padroeiro de Reguengos de Monsaraz, Santo António, com a chegada à Praça da Liberdade das imagens dos padroeiros das paróquias daquela Unidade Pastoral. Meia hora depois, preside à celebração da Eucaristia.

18h30 – Preside à Eucaristia por ocasião das Bodas de Prata sacerdotais do P. Sezinando Alberto, em Alcácer do Sal.

 

Dia 14

11h00 – Visita a Comunidade das Irmãs Servas da Santa Igreja.

17h00 – Reunião com a Equipa Formadora do Seminário de Nossa Senhora da Purificação – Maior de Évora.

19h00 – Preside à Eucaristia, na Capela de Nossa Senhora da Purificação, em ação de graças pelo trabalho realizado pelo P. Vicente Hernandez, que termina as suas funções de Diretor Espiritual do Seminário Maior de Évora. Na mesma celebração serão instituídos como leitores, os seminaristas da Diocese de Ondjiva (Angola), Genitório Ngasiame e Tomé Ndilisange.

Dia 15

9h30 – No Seminário Maior de Évora, preside à abertura da Assembleia Diocesana da Pastoral da Saúde.

11h30 – Preside ao encerramento da ação de sensibilização e formação para Agentes Pastorais da Arquidiocese de Évora, no auditório da Igreja da Sagrada Família, orientada pelo Grupo VITA.

18h00 – Preside à Eucaristia Vespertina do XI Domingo do Tempo Comum, na qual ministrará o Sacramento da Confirmação, na Paróquia da Senhora da Saúde, Igreja da Sagrada Família, em Évora.

Dia 16

11h00 – Na igreja Matriz de Borba, preside à Eucaristia do XI Domingo do Tempo Comum, na qual ministrará o Sacramento da Confirmação às Paróquias daquela cidade.

16h00 – Na igreja Matriz de Viana do Alentejo, preside à celebração de ação de graças pelos 75 anos das Irmãs Escravas da Santíssima Eucaristia e da Mãe de Deus.

Dia 17

15h00 – Reúne-se com o Conselho Permanente do Conselho de Presbíteros da Arquidiocese de Évora.

Dia 18

11h00 – No dia em que a Santa Casa da Misericórdia de Borba celebra 500 anos, participa no programa celebrativo e preside à Missa campal na Aldeia Social daquela Santa Casa da Misericórdia.

17h00 – Preside à reunião do Conselho de Administração da Fundação António Gonçalves, em Elvas.

Dia 19

10h30 – Participa na reunião do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), em Fátima.

14h00 – Participa na reunião do Conselho Nacional do Santuário de Fátima.