Categoria: Clero

23 Fev 2024

Arcebispo de Évora pede orações pelo P. Manuel Manso

O Reverendo P. Manuel Luís Sanches Manso, de 82 anos de idade, foi submetido a uma cirurgia, encontrando-se em convalescença. O sacerdote é Capelão ao serviço do Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição em Vila Viçosa.

O Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho acompanha na oração e na amizade este sacerdote, confiando à oração da comunidade arquidiocesana as suas rápidas melhoras.

23 Fev 2024

27 de fevereiro, às 21h15, na igreja do Espírito Santo: Catequese Quaresmal

Como é tradição de Évora, sob a presidência do Arcebispo de Évora, na terça-feira, dia 27 de fevereiro, às 21h15, na igreja do Espírito Santo, decorrerá a primeira Catequese Quaresmal.

“Eucaristia e Sinodalidade” será o tema apresentado pelo P. Miguel Gonçalves Ferreira, s.j.

 

 

22 Fev 2024

Exposição “Terra e Céu” do P. Manuel José Marques na Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz (com fotos)

As cores reúnem-se nas telas pintadas pelo P. Manuel José Marques para celebrar a terra e o céu na plenitude do sol, que o autor vai apresentar na exposição que estará patente de 16 de fevereiro a 17 de março no Auditório António Marcelino da Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz. Intitulada “Terra e Céu”, esta mostra de pintura a acrílico sobre tela pode ser visitada de segunda-feira a sábado, entre as 10h e as 12h30 e das 14h e as 17h30.

Nesta exposição, o autor propõe 17 quadros que “respiram um Alentejo sem sombras, pleno de luz e de infinito, onde por vezes aparece Monsaraz como uma presença silenciosa e vigilante, a despertar novos sentimentos”. As obras foram pintadas entre 2017 e 2024 e a vila medieval de Monsaraz foi a inspiração para seis quadros, nomeadamente “Vigiando a Planície”, “Amendoeiras”, “Tardes de Oiro”, “Navegando em terra firme”, “Sentinela da Manhã” e “Sentinela da Tarde”.

O P. Manuel José Marques é pintor, sacerdote, professor e jornalista, estudou no Instituto Superior de Teologia de Évora, onde é docente, e fez a licenciatura e o mestrado na Universidade Pontifícia de Salamanca (Espanha). Na pintura iniciou-se na técnica do desenho a lápis, interessou-se pelo desenho a pastel e recentemente entrou no campo da pintura a óleo e acrílico e na composição com diversos materiais, como tecidos, areias e colas.

O autor considera-se um autodidata que “procura o impossível. Cada tela é um lugar de desassossego e inquietação que abre espaço ao silêncio e à paz”. “Terra e Céu” é a sétima exposição de Manuel José Marques, que apresentou pela primeira vez os seus trabalhos em 1996 em Évora, seguindo-se mostras em Monsaraz (2017 e 2019), Montemor-o-Novo (2018), Reguengos de Monsaraz (2019) e Monforte (2021).

 

20 Fev 2024

Arcebispo de Évora pede orações por sacerdote e diáconos permanentes

O Reverendo P. Amândio Paínha, Pároco de Gafanhoeira, Evoramonte e Vimieiro, foi submetido a uma cirurgia, já se encontrando em casa em recuperação.

Entretanto, o Diácono permanente José Carlos Ferreira foi também submetido a uma cirurgia, encontrando-se ainda hospitalizado. Por seu turno, o Diácono permanente Jorge Portel encontra-se hospitalizado.

O Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho acompanha na oração e na amizade este sacerdote e estes dois diáconos permanentes e respetivas famílias, confiando à oração da comunidade arquidiocesana as suas rápidas melhoras.

17 Fev 2024

Igreja Matriz do Couço acolheu o Encontro dos Acólitos da Zona Pastoral Oeste (com fotos)

Na manhã deste dia 17 de fevereiro, entre as 9h30 e as 13h00, decorreu um Encontro dos Acólitos, na igreja matriz do Couço.

O Programa foi o seguinte: Oração da manhã; Formação (vida de São Tarcísio, Cortejo de entrada na Eucaristia, Incensação, identificação de alfaias litúrgicas, Quiz do acólito); Angelus; Almoço

 

 

 

17 Fev 2024

Mensagem do Arcebispo de Évora para a Quaresma 2024 (com vídeo)

Ao Povo Santo de Deus, peregrino em terras do Alentejo e Ribatejo, da Arquidiocese de Évora; seus Presbíteros, Diáconos e Consagrados ao Serviço de Todos, a Paz esteja convosco!

1. A Quaresma que nos prepara para a Páscoa deste ano de 2024, desperta-nos para a necessidade de valorizarmos o nosso encontro pessoal e comunitário com a Misericórdia de Deus. Será a partir desta experiência que renovaremos e fortaleceremos a Paz e a Alegria dos nossos corações e consequentemente, o testemunho humanizado das Comunidades Cristãs em que caminhamos na Fé.

É este o propósito do nosso Ano Pastoral, “Revelar juntos um novo rosto de Comunidade”; para que o Espírito Santo nos molde e amadureça neste propósito de conversão pessoal e comunitário, rezamos e discernimos com a Palavra do Evangelho: «Por isso reconhecerão que sois meus discípulos: Se vos amardes uns aos outros como Eu vos amei» (Jo 13, 35). Como sabemos, a lei do amor fraterno não é uma novidade das catequeses de Jesus, porém Cristo dá-lhe um novo sentido e uma nova medida, assumindo-se Ele próprio como esse sentido novo e essa nova medida: “(…) como Eu vos amei”. O Seu Amor tem uma única medida, amar sem medida, por isso entrega a Sua vida pela redenção de todos; o Seu Amor tem um único sentido, revelar-nos a Misericórdia do Pai, pois o seu alimento é fazer a vontade do Seu Pai (Cf. Jo 4, 34).

O Mandamento Novo sugere a Nova Aliança. Lei e Aliança consideram-se duas noções paralelas, assim Jesus, ao dizer, “(…) Dou-vos”, actua não como simples intermediário de Deus, à maneira de Moisés e dos Profetas, mas com autoridade própria e em nome próprio, como Filho de Deus e Salvador. É o Verbo de Deus que nos revela a Nova e Eterna Aliança. Deste modo, a nossa pertença a Jesus e com Ele ao Pai exige-nos a conversão e vivência desta Palavra: “Por isso reconhecerão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros como Eu vos amei”.

2. Os Quarenta Dias a que chamamos Quaresma são um Tempo de Graça, “Kairós”, que se nós quisermos, nos proporcionarão momentos de reflexão e exame de consciência, para que experimentemos a beleza do abraço misericordioso de Deus e a riqueza que nos vem da experiência da vida fraterna, “Ó como é bom viverem os irmãos no Amor de Deus!” (Sal 133, 1).

O ruído em que vivemos com frequência pode-nos roubar a liberdade interior, sobrepondo-se ao nosso discernimento e tornando-nos insensíveis aos sinais dos tempos, «ao grito dos pobres e da terra». Deste modo, somos impedidos de escutar o nosso coração onde Deus fala e ecoam os gritos da solidão e da pobreza de muitos irmãos. Por isso, importa cultivar o jejum face a todos os excessos que nos solicitam exclusiva obsessão e provar o oásis do silêncio interior, onde se tornará possível compreender que a nossa sede corresponde à água-viva da Boa Nova do Senhor. Eis uma oportunidade de excelente terapia que, se quisermos, repito, poderemos usufruir nesta Quaresma.

Oração, jejum e partilha fraterna são os três pilares da Quaresma; desde a mais remota tradição proporcionada pelos Padres do deserto, pelos Monges, Doutores da Igreja e Mendicantes, estas três práticas quaresmais renovarão as nossas vidas e farão das nossas Comunidades eclesiais, “Mães de coração aberto para todos os sedentos de Esperança”. Neste contexto da espiritualidade e da sabedoria cristã, recordo as palavras do nosso amado Papa Francisco, proferidas aos estudantes universitários na JMJ em Lisboa e agora citadas na sua Mensagem Quaresmal: «Procurai e arriscai; sim, procurai e arriscai. Neste momento histórico, os desafios são enormes, os gemidos dolorosos: estamos a viver uma terceira guerra mundial feita aos pedaços. Mas abracemos o risco de pensar que não estamos numa agonia, mas num parto; não no fim, mas no início dum grande espetáculo. E é preciso coragem para pensar assim» (03/VIII/2023). É um mundo novo que nasce, experimentando nós simultaneamente os gritos doridos do mundo velho que morre.

3. No contexto doloroso de violência generalizada e de “guerra mundial feita aos pedaços”, como refere o Santo Padre, proponho que a Renúncia Quaresmal deste ano, se destine às Igrejas do Médio-Oriente, vítimas de guerra e que façamos chegar a essas Comunidades a nossa partilha através da Santa Sé, ao serviço da Caridade do Papa Francisco.

Agradeço todo o esforço, dedicação e generosidade da Igreja Diocesana, nomeadamente da sua Cáritas, da sua Cúria e Economato, que permitiram o envio de 20.000€, correspondente à Renúncia Quaresmal de 2023, para as vítimas dos terramotos ocorridos na Turquia e na Síria. Também este quantitativo foi enviado através do ministério da Caridade do Santo Padre, o Papa Francisco.

Como já é tradição, confio mais uma vez a campanha da Renúncia Quaresmal 2024 à Cáritas Diocesana, aos Reverendíssimos Párocos, aos Serviços Centrais da Arquidiocese e à generosidade de todos os Cristãos, entidades, empresas e pessoas de boa vontade.

Com todos permaneço em comunhão de oração, jejum e caridade. E a todos desejo fecunda Quaresma e Santa Páscoa!

 

+ Francisco José Senra Coelho
Arcebispo de Évora

 

15 Fev 2024

Faleceu a mãe do P. Sezinando Alberto

A sra. D. Maria Felicidade Jacinto, extremosa mãe do reverendo Padre Sezinando Alberto, Pároco de Santa Maria do Castelo e Santiago, em Alcácer do Sal,  Palma e Vale de Guizo, que se encontrava hospitalizada em Santiago do Cacém, faleceu nesta quinta-feira, dia 15 de fevereiro de 2024.

O Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, em seu nome pessoal e em nome da Arquidiocese de Évora apresenta sentidas condolências ao reverendo Padre Sezinando Alberto e a toda a família.

‘Dai-lhe, Senhor, o eterno descanso”.

06 Fev 2024

Arcebispo de Évora pede orações pela mãe do P. Sezinando Alberto

A sra. D. Maria Felicidade Jacinto, mãe do reverendo Padre Sezinando Alberto, Pároco de Santa Maria do Castelo e Santiago, em Alcácer do Sal,  Palma e Vale de Guizo, encontra-se hospitalizada em Santiago do Cacém.

O Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho acompanha na oração e na amizade esta extremosa mãe e família e confia à oração da comunidade arquidiocesana as suas rápidas melhoras.

02 Fev 2024

Podcast Ser Igreja/2 de fevereiro’24: Conversa com Octávio Carmo sobre o Sínodo 2021-2024 (com vídeo)

No dia 2 de Fevereiro de 2024 celebrou-se em Évora o Dia do Consagrado e a Festa da Padroeira do Seminário Maior, Nossa Senhora da Purificação. Além de um momento de oração e da celebração da Eucaristia, a celebração das efemérides contou com uma conferência proferida pelo jornalista Octávio Carmo, intitulada: “Sínodo 2021-2024, o desafio da Igreja como comunidade despojada”.

Em entrevista ao Ser Igreja Évora, o jornalista vaticanista fez uma síntese das ideias que partilhou com o clero, os consagrados, os seminaristas e os leigos da Arquidiocese de Évora.